Parlamentares eleitos fazem processos seletivos para contratar assessores

quarta-feira, 5 dezembro, 2018 | 12:51

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Parlamentares eleitos nas eleições deste ano fazem processo seletivo para contratar assessores que farão parte de seus gabinetes. A iniciativa vem de eleitos para o Congresso e para as Assembleias Estaduais, que querem romper com a tradição de nomear indicados por partidos ou aliados.

O processo seletivo inclui entrega de currículos, entrevistas e bateria de testes — que, no caso do senador eleito Capitão Styvenson (Rede-RN), envolve até exame toxicológico, para eliminar o risco de escolher usuários de drogas, ainda que essa exigência seja proibida por lei.

Na Câmara dos Deputados, cada parlamentar tem direito a contratar até 25 secretários parlamentares, com salários que variam de R$ 1 mil até R$ 15 mil. Já no Senado, o máximo de servidores comissionados por gabinete é de 50. A remuneração parte de R$ 4 mil e pode chegar até R$ 17 mil.

Entre os parlamentares que farão o processo seletivo para assessores de seus gabinetes estão o deputado federal eleito Tiago Mitraud (Novo-MG); o senador eleito Alessandro Vieira (Rede-SE); a deputada federal eleita Tabata Amaral (PDT-SP); e o senador eleito Rigoni (PDT-SP).

No âmbito estadual, alguns dos nomes que se comprometeram a não escolher indicados aos cargos estão o deputado distrital eleito Leandro Grass (Rede-DF) e o deputado estadual Delegado Péricles (PSL-AM). (Com informações da Folhapress)


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