AGORA O CAPITÃO MANDA E MANOBRA FITANDO CÉU AZUL QUE SE DESDOBRA

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José Seabra

Está parecendo o samba do crioulo doido. Os autores fizeram e fazem história. Descontado o feriado, são 10 dias.

Em meio a tanto bate-cabeças, os irmãos, como se fossem novos Caim, Abel e Sete, parecem falar línguas diferentes.

Transpiram ciúme e inveja. 0 alvo é o Poder.

Surgiram depois que os pais deixaram suas terras. Mais ao Sul havia maçãs. Ao Centro, leite e mel. Vencendo fronteiras, petróleo.

Vieram em socorro do capitão. A ordem é segurar o leme firme para a arca não afundar.

O pai manda e manobra. (…) E após fitando o céu que se desdobra, tão puro sobre o mar, entre os densos nevoeiros: (…) Apontai a artilharia, marinheiros! Fazei-o (o inimigo) chorar”.

(…) Donde vem? Onde vai? Das naus errantes quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? Neste Saara os corcéis o pó levantam. Galopam, voam, mas não deixam traço”.

O mar bravio se estende ao longe. Navega-se pela costa. O VL4 vai multiplicando os nós. O Mansup está pronto para ser disparado.

Em terra, a tensão é grande.

É preciso mudar o foco. Do motorista, do comunicador, do deputado-premiê em conflito com o dono do dinheiro. Mudar.

O tempo é duro. Maduro.