Mourão classifica como causas da explosão em Beirute duas palavras

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O vice-presidente da República Hamilton Mourão afirmou que a explosão em Beirute, “por enquanto, é um típico caso de negligência e imprudência”. A declaração foi expressada durante entrevista a CNN Brasil. 

“Por enquanto, é um típico caso de negligência e imprudência ao guardar em área pública explosivos, incluindo o nitrato de amônio, base do ANFO, que é um explosivo instável e ultra potente”, disse o vice-presidente.

De acordo com autoridades de Beirute a grande quantidade de nitrado de amônio, no total de 2.750 mil toneladas, estocado na zona portuária de Beirute aguarda trâmite judicial.

A carga fora apreendida após inspeção das autoridades portuárias, que concluiu que a embarcação que a transportava não poderia prosseguir a viagem. O navio Rhousus, de bandeira da Moldávia, zarpou do porto de Batumi, na Georgia em direção a Beira, Moçambique, no dia 23 de junho de 2013.

Quando navegava próximo ao Líbano o navio de carga sofreu problemas e teve que ancorar no porto de Beirute. Como fora construído em 1986, as autoridades libanesas decidiram por apreender o Rhousus e a prender a tripulação na própria embarcação. Assim o navio não prosseguir a viagem, por questão de segurança.

A tripulação foi libertada em 2014. E o material tóxico e utilizado em fertilizantes e explosivos ficou retido. Uma briga judicial transcorre entre o governo do Líbano e o proprietário do Rhousus é o russo Igor Grechushkin

Na manhã desta quarta-feira (5) o presidente Jair Bolsonaro ofereceu ajuda ao embaixador do Líbano no Brasil.